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Cao Guimarães

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Apresentação

Provavelmente um dos cineastas mais notórios e significativos no contexto latino-americano da década de 2010 e um dos expoentes daquilo que Hambre | espacio experimental pretende e procura.

Profundamente local e enraizado em nossas latitudes tanto assim que antes de latino-americano ou brasileiro, seu cinema é mineiro Cao Guimarães com sua poética sutil, frágil e cheia de plasticidade faz a proposta radical de expor-nos ao “ao tempo da vida” como ele mesmo o define.

A vida é duração e em tempos onde a detenção é sinônima de tédio, o universo imagético de Cao Guimarães vem a dizer-nos que o tédio é só uma questão de velocidade, que é a impossibilidade de entrar e deixar-se levar por outras velocidades. Passagens que claramente provocam e fazem que nossas percepções se aventurem e sintam o drama de umas formigas ou de uma simples folha.

Em 2013 tivemos o prazer de escutá-lo. Ocasião em que se deu um diálogo silente, que compartilhamos com vocês como primeira entrada ao universo -Cao Guimarães- e que de modo intempestivo sentimos que é essa outra margem com a que dialogarão os textos que aqui reunimos.


Presentación

Probablemente uno de los cineasta más notorios y significativos en el contexto latinoamericano de la década de 2010 y uno de los exponentes de aquello que Hambre | espacio experimental pretende y busca.

Profundamente local y arraigado en nuestras latitudes, tanto así que antes que latinoamericano o brasilero, su cine es minero, Cao Guimarães con su poética sutil, frágil y llena de plasticidad, nos hace la propuesta radical de exponernos al “tiempo de la vida” como él mismo lo define.

La vida es duración y en tiempos donde la detención es sinónimo de tedio, el universo imagético de Cao Guimarães, viene a decirnos que el tedio es solo una cuestion de velocidad, que es la imposibilidad de entrar y dejarse llevar por otras velocidades. Pasajes que sin más, provocan y hacen que nuestras percepciones se aventuren y sientan el drama de unas hormigas o de una simple hoja.

En 2013 tuvimos el placer de escucharlo. Ocasión en que se dio un diálogo silente, que compartimos con ustedes, como primera entrada al universo-Cao-Guimarães y que de modo intempestivo sentimos que es esa otra orilla con la que dialogarán los textos que aquí reunimos.

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|Índice|

–     Apresentação/Presentación

–     Escutando a Cao Guimarães: fragmentos de um diálogo silente… | Por Hambre | espacio cine experimental

–     Rua de Mão Dupla: documentário e arte contemporânea. | Por Consuelo Lins

–     Entre Folhas: Cao Guimarães y la poética de la microexpresión. | Por Sebastian Wiedemann

–     Tempo e Dispositivo nos Filmes de Cao Guimarães. | Por Consuelo Lins

–     El caminar como génesis de la desobediencia. | Por Florencia Incarbone

–    Fugas perceptivas: la imagen en Cao Guimarães. | Por Sebastian Wiedemann


 

Escutando a Cao Guimarães: fragmentos de um diálogo silente …

1. O cinema nasceu na cozinha.

2. A realidade é a superfície de um lago. Realidades: sobre “Da janela do meu quarto”, “Rua de mão dubla”, “Histórias do não ver”, “A alma do osso”, “Andarilho” e “O homem das multidões”.

3. O grivo: o visual já estava por minha conta, precisava alguém do som.

4. Sobre o processo criativo: descontrole, acaso, o que pode acontecer, candomblé e poros abertos. “Rua de mão dubla”.

5. A essência do cinema. Olhar o mundo, pelo não dito, pelo aparentemente não acontece nada. Aproximar a obra da vida. Ritmo, tempo e expressividade da vida. Tactilidade.

6. Sobre “Sopro”, “O inquilino” e o microdrama da forma.

7. Sobre “Otto”, o encontro e o outro. Ficar na superfície da bolha, nem dentro nem fora.

8. O tempo da vida, o estar ali. Sobre “A alma do osso” e “Andarilhos”. Andar e pensar, viagens da percepção.

9. Da fotografia e do cinema. Do ser mineiro, dos Andarilhos, de pensar duas vezes antes de dizer nada ou das armadilhas para que sempre tudo seja diferente.

10. O infilmavel, Sobre “Histórias do não ver” ou sobre como a imagem cansa. Os outros sentidos, o filme mental e a curiosidade por outras formas de estar no mundo além de estar filmando tudo.

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